Há sensivelmente 1 ano quando surgiu o MEP (Movimento Esperança Portugal) escrevi o seguinte texto, dirigido a este movimento, um pouco sem pensar e mais com o coração do que com a razão:
Porque me identifico com as propostas apresentadas.
Porque sou um cidadão livre que acredita na diversidade de opiniões e na democracia participativa.
Porque Portugal precisa de percorrer um caminho em busca da verdadeira justiça social.
Porque cada vez mais o fosso entre ricos e pobres vem-se alargando.
Porque os ricos deste país perderam o pudor e não se coíbem de oprimir os indefesos.
Porque acredito na família como garante da dignidade humana e base de desenvolvimento de Portugal.
Porque perdi a confiança nos actuais partidos políticos e principalmente na forma com encaram a política, servindo-se em vez de servir.
Porque precisamos de sair do egocentrismo e sermos mais activos na criação de um Portugal melhor com lugar para todos.
Por tudo isto que refiro, venho expressar a minha forte convicção neste novo projecto e desejar o maior sucesso a este movimento.
Hoje e depois de pensar e reflectir neste assunto, chegou a altura de dizer presente. Por isso mesmo votar MEP é garantia de uma voz humana, com grande sentido de partilha e elevada preocupação pela igualdade de direitos e oportunidades.
Podia ficar calado, mas também podia arrepender-me para sempre desta opção. E como chegou a hora da mudança, chegou a hora de juntar a minha voz ao MEP.
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